À medida que a tecnologia blockchain reduz o custo dos pagamentos transfronteiriços, as empresas de stablecoin estão se voltando para novas fontes de receita além das simples taxas de transação. Na Conferência Bitso Stablecoin, o CEO da Trace Finance, Bernardo Brites, destacou que, embora a blockchain ofereça transferências mais baratas e rápidas do que sistemas tradicionais como o Swift, a verdadeira oportunidade está no que essas transferências possibilitam. A Trace Finance está lançando uma stablecoin do real brasileiro para capitalizar os rígidos controles de capital do Brasil, com o objetivo de expandir o comércio global da moeda. Ezra Kebrab, fundador da Caliza, enfatizou o valor da automação de funções administrativas, como reconciliação e conformidade, à medida que o custo de movimentar dinheiro se aproxima de zero. Enquanto isso, Rodrigo Coelho, da Edge and Node, está abordando a conformidade em pagamentos agentivos com um novo produto, Ampersand, que incorpora verificações de conformidade no nível da carteira. Imran Ahmad, da Bitso Business, ressalta a importância da infraestrutura regulatória, liquidez e rampas de pagamento como pilares fundamentais para modelos de negócios sustentáveis no cenário em evolução das stablecoins.