A fintech brasileira Méliuz mudou sua estratégia de tesouraria para o Bitcoin para contrabalançar os retornos negativos dos títulos do governo. A empresa, que é lucrativa e sem dívidas, enfrentou a diminuição do valor de suas reservas em caixa devido a altos impostos e inflação. Na Blockchain Conference Brasil 2025, Diego Kolling, chefe da Estratégia de Bitcoin da Méliuz, detalhou a abordagem da empresa, que inclui o uso de derivativos e puts garantidos em dinheiro para financiar compras de Bitcoin. A Méliuz armazena 80% de seu Bitcoin em armazenamento a frio, com um limite de 20% alocado para estratégias geradoras de rendimento.