O Departamento de Justiça dos EUA indiciou Ray Youssef, fundador do mercado de criptomoedas peer-to-peer Paxful, por acusações relacionadas à lavagem de dinheiro e operação sem licenciamento adequado. A acusação, apresentada no Tribunal Distrital dos EUA para o Distrito Leste da Califórnia, alega que a Paxful não implementou controles eficazes contra lavagem de dinheiro (AML) e facilitou transações vinculadas a atividades ilegais, incluindo plataformas de publicidade de sexo comercial. Youssef negou publicamente as acusações, descrevendo-as como parte de uma "guerra mais ampla contra as criptomoedas."
O indiciamento segue a recente confissão de culpa da Paxful em acusações federais, admitindo promover prostituição ilegal por meio do comércio interestadual e operar como um negócio de transferência de dinheiro não licenciado. A empresa concordou em pagar uma multa de 4 milhões de dólares, significativamente reduzida em relação às diretrizes federais devido à sua condição financeira. Youssef, que foi deportado do México e preso em Los Angeles, permanece sob supervisão nos EUA enquanto o caso prossegue.
DOJ acusa fundador da Paxful, Ray Youssef, em meio a alegações de lavagem de dinheiro
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