Atividades recentes em mercados de previsão relacionadas a eventos na Venezuela destacaram várias "carteiras internas" que lucraram significativamente. A análise dessas carteiras revela características distintas que diferenciam carteiras internas genuínas das periféricas. Uma carteira interna genuína normalmente evita interações diretas com exchanges centralizadas (CEX) como a Coinbase, optando por apostas pequenas e dispersas para manter o anonimato. Em contraste, carteiras internas periféricas realizam grandes transações e interagem diretamente com as CEXs, indicando menor preocupação com a exposição da identidade. No caso venezuelano, quatro grupos de carteiras foram analisados. Três grupos mostraram interações claras com CEXs, sugerindo que são periféricos. No entanto, um quarto grupo, composto por quatro endereços, exibiu comportamento típico de insiders: valores pequenos e semelhantes de apostas provenientes de protocolos de privacidade, sem retirada imediata de fundos, indicando um nível mais alto de anonimato e gestão estratégica dos fundos.