O governo dos Estados Unidos viu suas participações em criptomoedas crescerem mais de US$ 4 bilhões desde 1º de abril de 2026, principalmente devido a confisco e apreensões criminais. Em fevereiro de 2026, o governo detinha aproximadamente 328.372 BTC, tornando-se o maior detentor de Bitcoin em nível estadual no mundo. Essas participações são gerenciadas sob a Reserva Estratégica de Bitcoin e o Estoque de Ativos Digitais dos EUA, estruturas estabelecidas durante a administração Trump. Notavelmente, o governo adotou uma política de "não venda", optando por reter o Bitcoin confiscado em vez de leiloá-lo, como era feito anteriormente.
Esse aumento nas participações coincide com desenvolvimentos regulatórios significativos. Em 17 de março de 2026, a SEC e a CFTC classificaram Bitcoin e Ethereum como "Commodities Digitais", resolvendo ambiguidades jurisdicionais e impulsionando 91 registros de ETFs para várias criptomoedas. Além disso, o Clarity Act, destinado a regular stablecoins e finanças descentralizadas, está avançando no Senado, enquanto a Coinbase obteve uma carta de banco fiduciário nacional, integrando ainda mais as criptomoedas com as finanças tradicionais.
O compromisso do governo em manter suas reservas de Bitcoin impacta a dinâmica do mercado ao remover um possível excesso de oferta. No entanto, essa política pode mudar com futuras administrações, e o cenário regulatório continua a evoluir com legislações pendentes e novas cartas financeiras.
Reservas de Bitcoin do Governo dos EUA Disparam em US$ 4 Bilhões Desde Abril
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