Relata-se que a Anthropic foi obrigada a conceder ao governo dos EUA acesso prioritário às suas tecnologias avançadas de IA, incluindo Fable e Mythos, em meio a preocupações com a segurança nacional e a supremacia tecnológica. Essa medida é vista como uma manobra estratégica na corrida global pela dominância da IA, garantindo que os EUA mantenham uma vantagem crítica sobre os concorrentes internacionais, especialmente a China. O acordo posiciona a Anthropic e a OpenAI tanto como players independentes no mercado quanto como parceiros estratégicos do Estado, lembrando modelos históricos como a Companhia das Índias Orientais. Esse desenvolvimento destaca a importância da IA na estratégia nacional, com o governo dos EUA buscando ser o principal beneficiário dos avanços de ponta. O apoio implícito do Estado sugere que essas empresas de IA agora são consideradas grandes demais para falhar, potencialmente acelerando seus ciclos de crescimento e inovação.