As autoridades intensificaram os esforços para combater o tráfico de pessoas no Sudeste Asiático, congelando contas vinculadas ao comércio ilícito. A Tether e as exchanges centralizadas estão direcionando endereços e contas associadas a redes de crime organizado envolvidas no tráfico de pessoas transfronteiriço. Essas redes exploram jovens por meio de fraude e sequestro, criando uma demanda por trabalho ilegal que alimenta uma indústria criminosa complexa. A repressão revelou que intermediários frequentemente usam endereços de depósito de exchanges centralizadas para receber pagamentos, permitindo que os fundos do tráfico fluam diretamente para as exchanges. Isso destaca a necessidade de maior vigilância e cooperação entre as autoridades policiais e as plataformas financeiras para interromper essas atividades ilegais.