A Strategy levantou US$ 2 bilhões para tranquilizar seus detentores de ações preferenciais, apenas para gastar US$ 1,4 bilhão desse valor um mês depois na recompra de dívidas que não venceriam até 2029. Essa medida foi criticada por observadores do setor, com alguns classificando-a como uma má gestão do balanço patrimonial. A decisão de destinar uma parte tão significativa dos fundos arrecadados para o pagamento antecipado da dívida gerou debate sobre a estratégia financeira da empresa.