O Estreito de Ormuz permanece bloqueado, aumentando os riscos para o fornecimento global de energia à medida que as tensões entre os Estados Unidos e o Irã persistem. Apesar de um cessar-fogo, o tráfego marítimo não foi retomado, com os EUA lançando o "Projeto Liberdade" para ajudar embarcações encalhadas, enquanto o Irã alerta contra a presença militar estrangeira. Confrontos renovados foram relatados, com os EUA interceptando ataques iranianos a navios navais, levando a um aumento no preço do petróleo Brent para US$ 101 por barril. O controle estratégico do Irã sobre o estreito, um corredor energético crítico, interrompeu a passagem de petróleo e gás natural, afetando os mercados globais. O bloqueio reduziu o tráfego diário de embarcações de 135 para menos de 10, com o Irã impondo taxas de trânsito e mantendo suas próprias exportações de petróleo. O impasse contínuo deixou mais de 1.500 embarcações comerciais encalhadas, forçando os produtores regionais de petróleo a suspender a produção devido a limitações de armazenamento. A situação destaca a influência geopolítica que o Irã exerce sobre essa via navegável vital, com implicações de longo prazo para o comércio global de energia.