O Relatório do Índice de IA de 2026, do Centro de Inteligência Artificial Centrada no Humano de Stanford, revela que a adoção da IA está superando as taxas históricas de adoção de PCs e da internet. Apesar desse crescimento rápido, as instituições sociais e os mercados de trabalho estão tendo dificuldades para acompanhar. O relatório destaca uma pequena diferença de desempenho de 2,7% entre os principais modelos de IA dos EUA e da China, com os EUA liderando em poder computacional e financiamento, enquanto a China se destaca em pesquisa e manufatura. O relatório também observa uma queda significativa no emprego para desenvolvedores com idades entre 22 e 25 anos, com uma redução de quase 20% desde 2022, à medida que a adoção da IA atinge 53% globalmente. Apesar de liderar em investimento em IA, os EUA ocupam a 24ª posição na taxa de adoção pela população, com 28,3%, ficando atrás de países como os Emirados Árabes Unidos e Cingapura. O investimento global em IA atingiu US$ 581,7 bilhões em 2025, com os EUA investindo 23 vezes mais que a China, embora os investimentos chineses estatais sugiram uma diferença menor. Além disso, o relatório destaca o impacto ambiental da IA, com centros de dados consumindo 29,6 GW de eletricidade, equivalente à demanda máxima de Nova York. O relatório chama a atenção para a cadeia de suprimentos de chips, frágil e fortemente dependente da TSMC em Taiwan, ressaltando a necessidade de uma compreensão mais profunda das implicações da IA à medida que sua adoção acelera.