Em 2025, as stablecoins passaram de ativos especulativos a se tornarem essenciais como meios de liquidação globais nativos da internet, sendo usadas principalmente em operações corporativas de back-end, como folha de pagamento, liquidações B2B, transferências transfronteiriças e gestão de tesouraria. O foco mudou do consumo varejista para a densidade de uso e integração com o ciclo econômico. Os principais usuários incluem CFOs avessos ao risco e equipes financeiras que preferem processos totalmente custodiais e institucionalizados, com ênfase em auditabilidade, controle e responsabilidade. O cenário competitivo viu as stablecoins em USD reforçarem a dolarização digital, enquanto moedas não-USD recuaram para transmissões locais. Os bancos implementaram uma defesa em três níveis, com os canais de conformidade tornando-se gargalos. Olhando para 2026, espera-se que o mercado se divida em zonas conformes e offshore, com as stablecoins se tornando invisivelmente neutras. A camada de aplicação deve se tornar semelhante a um banco, as APIs de capacidade financeira se aprofundarão e ciclos de consumo se formarão, permitindo que ativos on-chain sejam usados para despesas diárias, conectando conformidade on-chain e off-chain.