O ouro à vista ultrapassou pela primeira vez o limite de US$ 5.000 por onça, alcançando US$ 5.012,11 no início de 2025. Este marco representa um aumento significativo de US$ 700 desde o início do ano, impulsionado por tensões geopolíticas e políticas monetárias em evolução. A ascensão do metal precioso de menos de US$ 1.800 no final de 2022 destaca uma mudança na alocação de ativos e no sentimento macroeconômico. Os principais fatores que contribuíram para essa alta incluem o aumento da demanda de bancos centrais como o Banco Popular da China e o Banco da Reserva da Índia, bem como preocupações com a desvalorização da moeda. A quebra dos recordes anteriores também desencadeou compras algorítmicas, acelerando ainda mais a alta dos preços. O desempenho do ouro superou outras classes de ativos, ressaltando seu papel como proteção contra a volatilidade financeira e o risco sistêmico.