A senadora dos EUA Kirsten Gillibrand propôs uma legislação para proibir que funcionários eleitos, incluindo o presidente, emitam ou patrocinem tokens digitais pessoais. A proposta visa prevenir potenciais conflitos de interesse, impedindo que os funcionários e seus cônjuges criem ou endossem seus próprios ativos digitais. Gillibrand, uma figura-chave no Ato de Transparência do Mercado de Ativos Digitais do Senado (Lei CLARITY), enfatizou a necessidade de diretrizes éticas para garantir práticas justas na indústria de ativos digitais. As restrições propostas fazem parte dos esforços contínuos para abordar preocupações éticas relacionadas à tokenização e recompensas em stablecoins. Gillibrand destacou a importância dessas medidas, afirmando que, sem elas, o projeto teria dificuldades para obter apoio no Senado. Ela prevê uma votação sobre a Lei CLARITY antes do recesso de agosto, ressaltando que as questões éticas devem ser resolvidas para garantir a aprovação legislativa.