O CEO da OpenAI, Sam Altman, observou diferenças geracionais distintas no uso do ChatGPT. Usuários mais velhos tendem a usar a IA como um "substituto para motores de busca", enquanto aqueles na faixa dos 20 e 30 anos a veem como um "conselheiro de vida". Em contraste, os usuários da Geração Z tratam o ChatGPT como um "sistema operacional", envolvendo-se profundamente com seus recursos, como prompts complexos e funções de memória. Essa mudança geracional reflete os padrões iniciais de adoção observados com os smartphones. De acordo com relatórios de 2025, mais de um terço dos usuários dos EUA com idades entre 18 e 24 anos estão usando ativamente o ChatGPT, destacando sua crescente influência entre os públicos mais jovens. A interação da Geração Z com a IA é notavelmente diferente, frequentemente envolvendo consultas ao ChatGPT antes de tomar decisões importantes na vida.