À medida que o prazo de 60 dias para a autorização de guerra do Irã se aproxima em 1º de maio, membros republicanos do Congresso dos EUA estão considerando um debate público sobre os poderes de guerra do presidente Trump. Crescem as preocupações entre os republicanos sobre a deferência do poder legislativo ao executivo, o que tem provocado discussões sobre a autorização formal da guerra sob a Resolução dos Poderes de Guerra. O senador Curtis, de Utah, enfatizou a importância do Congresso reconhecer sua responsabilidade nessa questão. Embora os republicanos não estejam alinhados com as propostas democratas para interromper as hostilidades, eles ressaltam a necessidade de o Congresso assumir um papel ativo. A situação levou a ações legislativas, como uma proposta de quatro senadores republicanos para reduzir tarifas sobre fertilizantes marroquinos, abordando o impacto econômico do fechamento do Estreito de Ormuz. A senadora Collins, do Maine, destacou a importância do marco dos 60 dias, observando que a Resolução dos Poderes de Guerra exige autorização do Congresso para a continuação da ação militar. O governo dos EUA enfrenta opções que incluem iniciar um período de retirada das tropas de 30 dias, contestar os requisitos legais ou argumentar que um cessar-fogo pausa a contagem dos 60 dias.