O Pentágono acessou os modelos da OpenAI por meio do Microsoft Azure antes da revogação oficial da proibição de uso militar da OpenAI em janeiro de 2024. Isso foi possível graças ao contrato existente de serviços em nuvem Azure, que permitia ao Pentágono usar os modelos GPT sem negociação direta com a OpenAI. A Microsoft, que investiu US$ 13 bilhões na OpenAI desde 2019, confirmou que os serviços Azure OpenAI não estavam sujeitos às políticas de uso da OpenAI. Esse arranjo já estava em vigor mesmo antes da OpenAI anunciar o apoio a certos projetos de defesa governamentais em janeiro de 2024, formalizando o uso já existente da tecnologia pelo Pentágono.