Mira Murati, ex-CTO da OpenAI, desempenhou um papel fundamental na remoção de Sam Altman em novembro de 2023, segundo evidências do julgamento no caso Musk contra Altman. Murati, agora fundadora do Thinking Machines Lab, foi instrumental no golpe contra Altman, inicialmente defendendo sua demissão e depois apoiando seu retorno. O conflito remonta a um documento de setembro de 2022, no qual Murati criticava o estilo de gestão de Altman e suas prioridades focadas em receita. Murati forneceu ao cofundador da OpenAI, Ilya Sutskever, documentos internos que destacavam os problemas de gestão de Altman, o que contribuiu para a decisão do conselho de demiti-lo. Apesar de seu papel no golpe, Murati posteriormente buscou apoio externo para a reintegração de Altman, liderando uma petição assinada por 750 funcionários. Suas ações durante o golpe foram descritas como egoístas, pois inicialmente ela pressionou pela remoção de Altman, mas depois se recusou a apoiar publicamente a decisão do conselho, defendendo finalmente seu retorno.