Omã propôs um plano para cobrar taxas de navios que passam pelo Estreito de Ormuz, apesar da oposição pública dos Estados Unidos. A proposta, submetida aos EUA e a outros aliados ocidentais, sugere a implementação de taxas de serviço semelhantes às do Estreito de Malaca e do Estreito de Singapura, onde contribuições voluntárias são coletadas para garantir a segurança da navegação. Enquanto diplomatas omanenses indicam que as taxas seriam voluntárias, autoridades iranianas afirmam que seriam obrigatórias. Os EUA expressaram ceticismo em relação ao plano e planejam discuti-lo mais detalhadamente com autoridades omanenses. Se implementado, esse plano representaria uma mudança significativa nas condições atuais de trânsito nessa passagem marítima crítica.