O próximo relatório de resultados da Nvidia está prestes a ser um evento crucial no cenário financeiro global, destacando seu papel central na revolução da IA. Os analistas antecipam uma receita trimestral de US$ 65 a 66 bilhões, representando um crescimento anual de 68%, com lucro por ação esperado entre US$ 1,52 e 1,53. A receita dos data centers está projetada para atingir quase US$ 60 bilhões, impulsionada pela demanda de grandes hyperscalers como Microsoft, Amazon, Google e Meta, que coletivamente devem gastar entre US$ 650 e 660 bilhões em infraestrutura de IA em 2026. Além dos EUA, investimentos soberanos em IA de países como Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita estão surgindo como importantes motores de crescimento, podendo adicionar mais de US$ 20 bilhões à receita anual da Nvidia. A arquitetura Blackwell da empresa continua em alta demanda, e a atenção está se voltando para a plataforma de próxima geração Rubin. No entanto, riscos geopolíticos, especialmente restrições de exportação na China, representam desafios, com qualquer flexibilização podendo oferecer oportunidades de alta. Os investidores estão atentos às orientações futuras da Nvidia, especialmente em relação aos gastos com infraestrutura de IA e ao impacto da plataforma Rubin na lucratividade de longo prazo.