Novas sanções relacionadas ao Irã têm como alvo corretoras, empresas de fachada e lavadores de dinheiro, sem citar quaisquer protocolos descentralizados. A omissão chamou a atenção de observadores do mercado que acompanham como os reguladores estruturam a aplicação da lei em torno de redes financeiras ligadas às criptomoedas. Um especialista afirmou que a ausência de protocolos descentralizados da lista de sanções é o principal sinal a ser monitorado. A medida mais recente parece estar focada em intermediários identificáveis e redes de facilitação, em vez de medidas diretas contra a infraestrutura de DeFi.