O relatório mais recente da Morgan Stanley revela uma superestimação significativa nas expectativas do mercado para a Óptica Co-embalada (CPO), projetando apenas 23.000 unidades até 2026, em comparação com previsões anteriores que ultrapassavam 200.000 unidades. A discrepância é atribuída aos desafios da TSMC em aumentar sua capacidade de Circuito Integrado Fotônico (PIC) e problemas de rendimento. Essa deficiência deve impactar players-chave como NVIDIA, Broadcom e TSMC. O relatório também revisa a previsão de capacidade da TSMC para CoWoS em 2027, de 45.000 para 40.000 wafers por mês, enquanto o crescimento antecipado de 53% da AllRing enfrenta riscos significativos. Empresas ópticas como Lumentum e Coherent devem contribuir com menos de 1% da CPO em 2026-2027. No mercado de ações A-share, empresas como Tfc Communication, SMIC e Eoptolink mostram envolvimento limitado na cadeia de suprimentos da CPO. A Morgan Stanley aconselha cautela antes de um relatório potencialmente decepcionante do segundo trimestre de 2027.