As ações da Micron Technology caíram 7,3%, para aproximadamente US$ 724, em 15 de maio, após relatos de que nenhum acordo de chips de IA foi finalizado durante a cúpula Trump-Xi em Pequim. Essa venda generalizada no setor afetou outros gigantes da tecnologia como AMD, Intel e Qualcomm, já que empresas chinesas como Alibaba e ByteDance supostamente não conseguiram obter aprovação governamental para comprar chips Nvidia H200. O presidente Trump indicou que os compradores chineses optaram por desenvolver seus próprios chips, aumentando as preocupações do mercado. Apesar do recente aumento da Micron para uma máxima intradiária de US$ 818,67, os analistas têm opiniões divergentes sobre seu futuro. As metas baixistas de curto a médio prazo variam de US$ 249 a US$ 435, enquanto um cenário otimista de cinco anos prevê máximas potenciais de US$ 1.054. Os fundamentos sólidos da empresa, incluindo um aumento de receita ano a ano de 56,6% no primeiro trimestre fiscal de 2026, são atenuados por sua natureza cíclica e sinais mistos de avaliação. Para investidores de criptomoedas e tecnologia, o desempenho da Micron é crucial, pois a demanda por memória de clientes de IA e datacenters impacta as cadeias de suprimentos de GPU e HBM essenciais para cargas de trabalho de IA e serviços de blockchain. Os investidores devem monitorar os níveis de suporte técnico e as mudanças políticas na China, pois esses fatores podem influenciar a disponibilidade e os preços do hardware.