MegaETH, uma solução Layer 2 proeminente, está sob escrutínio devido à sua arquitetura centralizada, que representa riscos significativos para os usuários. O analista de criptomoedas Justin Bons destaca que o MegaETH opera em um único servidor, permitindo censurar, realizar front-run ou até mesmo apropriar-se indevidamente dos fundos dos usuários. Bons critica o sistema por devolver menos de 0,2% das taxas para o Ethereum, descrevendo-o como "excepcionalmente parasitário". Bons alerta que a dependência do MegaETH em um único sequenciador autorizado e em um contrato inteligente multisig 4-de-8 expõe os usuários a riscos críticos de segurança. Apesar de sua escalabilidade eficiente, a centralização do MegaETH compromete suas alegações de descentralização, com altos custos operacionais e contribuição econômica limitada para o Ethereum. Bons reconhece as conquistas de engenharia do MegaETH, mas enfatiza a necessidade de uma verdadeira descentralização.