Mark Moss criticou o sistema monetário fiduciário baseado em dívida que foi estabelecido após os Estados Unidos abandonarem o padrão ouro em 1971. Moss argumenta que, embora o sistema funcione conforme o previsto, ele não serve aos melhores interesses do público. Ele sugere que a estrutura monetária atual beneficia certos setores às custas de uma equidade econômica mais ampla.