Um estudo recente da Ledn sugere que o mercado de empréstimos garantidos por Bitcoin pode expandir de seus atuais US$ 3 bilhões para US$ 1 trilhão na próxima década. Realizada pela Protocol Theory, a pesquisa com 1.244 detentores de criptomoedas nos EUA e na Austrália revelou que, embora 88% considerem tomar empréstimos com garantia em ativos digitais, apenas 14% atualmente o fazem. A diferença é atribuída a preocupações com volatilidade, riscos de liquidação e clareza regulatória. A Ledn também anunciou uma transação de títulos lastreados em ativos garantidos por Bitcoin no valor de US$ 200 milhões, marcando o primeiro acordo de grau de investimento desse tipo com classificação BBB- pela S&P Global. Essa iniciativa é vista como um passo rumo à adoção institucional mais ampla do crédito em criptomoedas. A pesquisa destacou que os empréstimos garantidos por Bitcoin são usados de forma semelhante ao financiamento tradicional com garantia, oferecendo liquidez sem a venda dos ativos. Usuários australianos mostram uma maior propensão a integrar esses empréstimos no planejamento financeiro em comparação com seus pares nos EUA.