As ações latino-americanas dispararam mais de 20% em 2026, impulsionadas por uma mudança global de liquidez afastando-se dos mercados dos EUA. O Índice MSCI Emerging Markets Latin America, que inclui ações-chave da região, teve um dos seus melhores começos desde 1991. Isso segue um ganho de 55,67% em 2025, à medida que os investidores buscam diversificação em meio a preocupações com uma bolha de IA nos mercados estabelecidos. O Brasil está na vanguarda desse rali, com as próximas eleições entre o presidente Lula e Flavio Bolsonaro atraindo significativo interesse dos investidores. Investidores notáveis como Stanley Druckenmiller assumiram posições em ações brasileiras, como o ETF iShares MSCI Brazil (EWZ). Especialistas, incluindo Otavio Costa da Azuria Capital, preveem um possível boom nas ações latino-americanas, destacando o mercado subvalorizado do Brasil como preparado para um mercado altista secular.