Kyle Samani, cofundador da Multicoin Capital, expressou críticas ao Hyperliquid, comparando-o ao "Binance 2.0". Samani argumenta que o design arquitetônico do Hyperliquid se assemelha ao de uma exchange centralizada, o que, segundo ele, limita sua funcionalidade em um ambiente descentralizado e sem permissões. Essa crítica destaca os debates em andamento sobre o equilíbrio entre centralização e descentralização nas plataformas de criptomoedas.