O chefe de estratégia cross-asset do JPMorgan, Fabio Bassi, indicou que as ações europeias podem continuar a ficar atrás de outros mercados globais, já que a inteligência artificial permanece como um dos principais motores do mercado. Bassi destacou desafios estruturais, como taxas de política elevadas, custos elevados de energia e baixa produtividade, como fatores que contribuem para esse desempenho inferior. Apesar desses desafios, ele observou que os mercados europeus podem se beneficiar de suas empresas orientadas para exportação, caso a economia global permaneça forte.