Analistas do JPMorgan relataram uma diminuição nos custos de produção do Bitcoin, de US$ 90.000 no início do ano para US$ 77.000, impulsionada por uma queda na taxa de hash da rede e na dificuldade de mineração. Essa redução, a maior desde a proibição da mineração na China em 2021, resultou em uma queda acumulada de 15% no ano até o momento, oferecendo alívio aos mineradores remanescentes e permitindo que operadores eficientes conquistassem participação de mercado. A queda na dificuldade de mineração é atribuída à falta de lucratividade para mineradores com altos custos, devido à queda nos preços do Bitcoin e ao fechamento temporário de grandes fazendas de mineração nos EUA causados por tempestades de inverno. Alguns mineradores de alto custo mantiveram as operações vendendo Bitcoin ou migrando para a IA, aumentando a pressão sobre os preços. Apesar desses desafios, os analistas permanecem otimistas em relação ao mercado de criptomoedas em 2026.