Intesa Sanpaolo, o maior banco da Itália, revelou uma exposição de 231 milhões de dólares a criptomoedas no primeiro trimestre de 2026. Essa exposição, que representa uma pequena fração dos 930 bilhões de euros em ativos totais do banco, inclui posições no balanço patrimonial e exposições relacionadas a clientes, como produtos estruturados e fundos vinculados a ativos digitais. O envolvimento do banco com cripto está focado em iniciativas de tokenização, serviços de custódia digital e produtos estruturados, em vez de investimentos especulativos. A estratégia cripto da Intesa está alinhada com uma tendência mais ampla entre os bancos europeus, que estão investindo cada vez mais em infraestrutura de ativos digitais. Esse movimento é apoiado pelo regulamento da UE sobre Mercados de Criptoativos (MiCA), que fornece um quadro mais claro para os bancos operarem. Outros grandes bancos como BBVA, Santander e Société Générale também estão avançando com iniciativas semelhantes, indicando uma mudança rumo à integração de valores mobiliários tokenizados nas operações bancárias tradicionais.