O interesse institucional em ouro e prata tokenizados está ganhando força à medida que gigantes financeiros tradicionais como HSBC e J.P. Morgan adotam a tecnologia blockchain para reestruturação de ativos. A plataforma de ouro em ledger distribuído do HSBC e a liquidação de garantias transfronteiriças de barras de ouro tokenizadas pela rede Onyx do J.P. Morgan destacam essa mudança. O SLVon da Ondo Finance atraiu investimentos do Founders Fund e da Coinbase Ventures, enquanto a conformidade do PAXG com PayPal e Mastercard ressalta a integração dos sistemas tradicionais de pagamento aos ativos digitais. Os mercados globais de ouro e prata estão passando por volatilidade, com os preços do ouro atingindo um pico de US$ 5.600 em janeiro antes de caírem para cerca de US$ 4.980. Os preços da prata também têm sido instáveis, atualmente em US$ 86,5. Essa correção de mercado serve como um teste para investimentos em ativos do mundo real (RWA), demonstrando as vantagens dos ativos on-chain em liquidez e controle de capital. Ativos tokenizados oferecem capacidades de liquidação 24/7, reduzindo custos de atrito e aumentando a eficiência na realocação de capital em comparação com a negociação tradicional de ouro físico ou em papel. Os metais preciosos on-chain são categorizados em três trilhas de investimento: formas digitais de participações físicas, produtos de securitização tokenizados e ativos que geram juros. Essas trilhas oferecem flexibilidade operacional, liquidação instantânea e características de ativos produtivos, proporcionando uma vantagem estratégica sobre os modelos tradicionais. A correção atual do mercado destaca a importância da eficiência na liquidez dos ativos, oferecendo insights para estratégias de alocação de ativos estáveis a longo prazo.