A Iniciativa Global contra o Crime Organizado Transnacional (GI-TOC) relatou que o ouro ilegal extraído na região amazônica está sendo cada vez mais negociado usando USDT na Venezuela. Nos últimos dois anos, a Venezuela emergiu como um destino significativo para esse ouro ilícito, com parte dele originando-se da Guiana e sendo liquidado localmente em USDT. A indústria do ouro venezuelana gerou aproximadamente US$ 2,2 bilhões em receita no ano passado. A Tether, empresa por trás do USDT, afirmou que auxiliou agências de aplicação da lei globais a congelar cerca de US$ 4,3 bilhões em ativos ligados a atividades ilegais.