A Universidade de Harvard, por meio de sua subsidiária integral Harvard Management Company, investiu em Bitcoin e Ethereum. Os fundos para esses investimentos vêm principalmente de doações de ex-alunos, que cresceram para US$ 56,9 bilhões no ano fiscal de 2025, tornando-se o maior fundo patrimonial universitário do mundo. Em vez de manter criptomoedas diretamente, Harvard optou por investir indiretamente comprando ETFs. Especificamente, escolheram o ETF iShares Bitcoin Trust da BlackRock, um dos maiores ETFs de Bitcoin à vista do mundo, conhecido como IBIT.