Goldman Sachs, que administra US$ 3,5 trilhões em ativos, previu uma possível alta "extrema" no mercado de ações. A análise do gigante financeiro sugere que as condições atuais do mercado podem levar a movimentos significativos de alta nos preços das ações. Essa previsão surge em meio a incertezas econômicas contínuas e ao sentimento oscilante dos investidores.