Ryan Salame, um ex-executivo da FTX, acusou o Departamento de Justiça (DOJ) da era Biden de viés político em sua acusação, alegando que sua sentença de 90 meses de prisão foi influenciada por suas doações políticas ao Partido Republicano. Salame, que se declarou culpado por violações de financiamento de campanha e por operar um negócio de transmissão de dinheiro não licenciado, argumenta que sua sentença foi mais severa do que a de outros executivos da FTX devido ao seu alinhamento político. Ele alega que os promotores federais priorizaram o foco em indivíduos em vez de condutas criminais específicas e ignoraram evidências de seus esforços de conformidade. As alegações de Salame reacenderam discussões sobre a justiça em processos federais de alto perfil, especialmente após o colapso da FTX. Ele afirma que seu acordo de confissão foi coagido por meio de ameaças contra sua noiva, Michelle Bond, que posteriormente foi indiciada por acusações relacionadas. Apesar da cooperação de Salame, o processo contra Bond continua, com sua defesa contestando as acusações. O caso destaca disparidades nas sentenças entre os executivos da FTX, com Salame recebendo uma das penas mais longas, em parte atribuída à sua recusa em testemunhar contra o fundador da FTX, Sam Bankman-Fried, que recebeu uma sentença de 25 anos por fraude financeira.