À medida que o cenário das criptomoedas evolui em 2026, a privacidade emergiu como uma característica crucial para instituições financeiras que navegam pela tecnologia blockchain. Embora a transparência do blockchain seja uma vantagem fundamental, ela apresenta riscos ao potencialmente expor dados corporativos sensíveis. As instituições necessitam de soluções de privacidade seletiva que protejam os detalhes das transações enquanto cumprem os padrões regulatórios como KYC e AML. A privacidade seletiva permite que as instituições gerenciem a visibilidade das transações, oferecendo transações criptografadas que podem ser divulgadas seletivamente. Diferentemente dos modelos de anonimato completo, como o Monero, que ocultam todos os detalhes das transações, a privacidade seletiva permite que as instituições compartilhem informações específicas com os reguladores quando necessário. A Canton Network exemplifica essa abordagem, permitindo que os dados das transações sejam compartimentados e divulgados conforme necessário, alinhando-se aos requisitos institucionais. Essa mudança em direção à privacidade seletiva reflete as demandas em transformação das instituições financeiras no espaço blockchain. À medida que as tecnologias de privacidade continuam a evoluir, o foco permanece em equilibrar a confidencialidade das transações com a conformidade regulatória, garantindo que o blockchain possa se integrar efetivamente aos sistemas financeiros do mundo real.