O governador do Federal Reserve, Christopher Waller, indicou que inicialmente estava inclinado a apoiar um corte na taxa após dados fracos de emprego em fevereiro. No entanto, as perspectivas de inflação piorando e o aumento das incertezas no Estreito de Ormuz o levaram a adotar uma postura cautelosa, apoiando, em última análise, a decisão de manter as taxas inalteradas. Waller enfatizou que as políticas atuais já são restritivas e não vê necessidade de novos aumentos nas taxas. Ele prevê que, se a inflação diminuir na segunda metade de 2026, juntamente com um mercado de trabalho enfraquecido e condições macroeconômicas estáveis, ainda pode haver espaço para um corte na taxa dentro do ano.