Ethereum revelou um roteiro abrangente para abordar vulnerabilidades quânticas em sua rede, focando em quatro áreas principais: assinaturas BLS na camada de consenso, disponibilidade de dados, assinaturas EOA e provas ZK na camada de aplicação. O plano envolve substituir as assinaturas BLS por assinaturas baseadas em hash e usar STARKs para agregação, enquanto seleciona cuidadosamente uma função hash robusta. Para a disponibilidade de dados, a Ethereum planeja fazer a transição dos compromissos KZG para STARKs, apesar dos desafios em manter a linearidade e gerenciar tamanhos maiores de provas. O roteiro também inclui a introdução da abstração nativa de contas para suportar algoritmos de assinatura resistentes a ataques quânticos, visando reduzir os custos de verificação por meio de pré-compilações matemáticas vetorizadas e agregação recursiva. Em termos de provas, a Ethereum busca reduzir os custos de gás dos STARKs resistentes a ataques quânticos implementando a agregação recursiva de assinaturas e provas na camada de protocolo, conforme descrito no EIP-8141. Essa abordagem visa simplificar os processos de validação e minimizar os dados on-chain, aumentando a resiliência da rede contra ameaças quânticas.