A Ethereum está implementando o ePBS em Glamsterdam, permitindo que os proponentes terceirizem a construção de blocos para um mercado sem permissões, com o objetivo de evitar a centralização na participação em staking. A introdução do FOCIL, um protocolo de construção de blocos com múltiplos participantes, garante a inclusão de transações ao permitir que 16 atestadores selecionados aleatoriamente escolham as transações para os blocos, mitigando os riscos de centralização. Desenvolvimentos adicionais incluem o especulativo "Big FOCIL", que poderia expandir os papéis dos atestadores para incluir todas as transações, reduzindo os construtores a lidarem apenas com transações relevantes para MEV. Também estão sendo explorados mempools criptografados para combater o "MEV tóxico" ao criptografar as transações até a inclusão no bloco, prevenindo práticas exploratórias como o frontrunning. Esforços estão em andamento para melhorar a privacidade e a eficiência das transações na camada de rede, com iniciativas como roteamento Tor e mixnets personalizados. Visões de longo prazo para a Ethereum incluem a construção distribuída de blocos semelhante ao BitTorrent, visando processar mais transações sem centralizar a construção de blocos, mantendo ao mesmo tempo um estado compartilhado síncrono.