O Bitcoin subiu 17% no segundo trimestre, mas permanece 35% abaixo do seu pico de US$ 126.000, enfrentando resistência na faixa de US$ 80.000 a US$ 85.000. Apesar da melhora no sentimento de risco, a estrutura de preços do Bitcoin sugere consolidação em vez de expansão. Enquanto isso, as ações dos EUA estão absorvendo mais capital, com o NASDAQ subindo mais de 22% e o S&P 500 atingindo um recorde de 7.400 em 8 de maio. Mais de US$ 10 trilhões foram investidos em ações dos EUA em um mês, ofuscando os US$ 300 bilhões que entraram em ativos digitais, o que elevou a capitalização de mercado das criptomoedas para mais de US$ 2,6 trilhões. Esse domínio de liquidez nas ações limita os fluxos imediatos para criptomoedas, restringindo a expansão de curto prazo do Bitcoin. No entanto, uma liquidez mais forte em Wall Street pode apoiar a acumulação futura de Bitcoin, melhorando o ambiente de captação de recursos para os tesouros corporativos. O Índice Stretch (STRC) reflete essa dinâmica, com forte demanda institucional sugerindo uma possível compra corporativa de Bitcoin. À medida que o STRC mantém sua força, o Bitcoin ainda pode ultrapassar os US$ 85.000, apesar das atuais restrições de liquidez.