O parceiro da Dragonfly, Haseeb, esclareceu equívocos em torno do token VVV e da Venice, afirmando que a Venice é fundamentalmente uma empresa, e não uma rede descentralizada ou protocolo on-chain. Em um vídeo publicado na plataforma X, Haseeb enfatizou que o mercado interpretou erroneamente a natureza do token VVV, que não representa participação acionária na empresa nem direitos sobre a rede. Apesar de um airdrop, os fundadores da empresa investiram milhões de dólares de recursos próprios para as operações, sem recorrer à venda de tokens para financiamento. Haseeb refutou alegações de informações pouco claras, afirmando que a posição do projeto sobre o VVV sempre foi transparente. Ele comparou o VVV ao BNB, descrevendo-o como um ativo utilitário usado para pagamentos de assinaturas, acesso a poder computacional (DIEM) e permissões de produtos, com parte da receita destinada a recompras. No entanto, isso não equivale a participação acionária na empresa. Haseeb destacou que a complexidade na avaliação do VVV decorre de sua natureza multifuncional, mas isso não altera sua identidade central como um ativo sem participação acionária e sem vínculo com a rede.