A stablecoin russa A7A5, atrelada ao rublo e apoiada pelo Promsvyazbank, está envolvida em controvérsia sobre suas alegações de volume de transações. Apesar das afirmações de processar bilhões, analistas de blockchain contestam esses números. A A7A5, lançada no Quirguistão em 2025, é supostamente usada pela Rússia para contornar sanções ocidentais. A stablecoin foi sancionada pela UE, Reino Unido e EUA, e permanece amplamente confinada a ecossistemas ligados à Rússia devido a essas restrições. A situação destaca os desafios de rastrear atividades cripto fora das exchanges centralizadas, especialmente para tokens como a A7A5, projetados para evadir sanções e facilitar o comércio em plataformas descentralizadas. Kaitlin Martin, especialista em sanções, observa que, embora a A7A5 seja restrita na maioria dos mercados globais de negociação, ela ainda pode ser convertida em outras criptomoedas por meio de serviços ligados à Rússia, permitindo pagamentos transfronteiriços.