Os especialistas do setor estão divididos quanto a se as exchanges e os protocolos de criptomoedas devem ser autorizados a realizar contra-hacks ofensivos contra os invasores. Austin Campbell e Perkins argumentam que os atores mal-intencionados continuarão mirando o setor até enfrentarem consequências concretas, defendendo a retaliação proativa como uma medida de dissuasão necessária. Por outro lado, Rama Mallikarjulla oferece uma perspectiva diferente sobre o impacto das violações de segurança, sugerindo que cada hack acaba, em última análise, direcionando mais capital para os ETFs de criptomoedas. Esse debate evidencia a tensão contínua entre estratégias agressivas de defesa e a resiliência do mercado em resposta às persistentes ameaças de cibersegurança.