A adoção de criptomoedas na Argentina alcançou uma em cada cinco pessoas, tornando o país um dos mercados de maior uso da América Latina, segundo análise da a16z crypto. As stablecoins, especialmente os tokens denominados em dólar, ganharam tração inicialmente como resposta aos controles cambiais e à hiperinflação, mas o uso continuou mesmo com o alívio da pressão econômica. Nas negociações de criptomoedas denominadas em pesos argentinos, 94% do volume flui para stablecoins, a maior participação entre as principais moedas acompanhadas pela Artemis. A inflação mensal na Argentina caiu de um pico de 25,5% para 2,1%, mas os downloads de carteiras cripto populares, como a Lemon, continuam crescendo, enquanto o uso de salários pagos em stablecoins se estabilizou em vez de desaparecer. Em julho de 2026, tanto a parcela de prestadores de serviços argentinos que recebiam USDC quanto os indicadores de inflação estavam em cerca de um quinto de seus respectivos picos.