A próxima divulgação do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) está prestes a ser um indicador crucial, refletindo o impacto dos recentes choques nos preços da energia devido às tensões geopolíticas entre os EUA e o Irã. Com a alta dos preços do petróleo, os mercados estão mudando o foco do medo de recessão para preocupações com a inflação, afetando a precificação de ativos de risco. Os mercados de títulos adotaram uma postura defensiva, antecipando o aumento dos rendimentos como proteção contra surpresas inflacionárias. No mercado de criptomoedas, o Bitcoin permanece em uma faixa limitada, com liquidez concentrada entre US$ 72.600 e US$ 74.100, e resistência potencial próxima a US$ 75.000. Existe uma zona de suporte em torno de US$ 71.100, cuja quebra pode levar a US$ 69.600. Os dados do IPC serão cruciais para determinar se o Bitcoin sofrerá um short squeeze ou uma queda adicional, enquanto os mercados aguardam sinais macroeconômicos para direcionar a realocação de capital.