O presidente chinês Xi Jinping e a liderança dos Estados Unidos chegaram a um consenso de oito pontos durante uma visita de Estado realizada de 23 a 25 de setembro, estabelecendo uma estrutura para uma "relação construtiva de estabilidade estratégica". Entre os principais acordos estão a criação de um diálogo entre China e EUA sobre inteligência artificial para abordar riscos e benefícios, com a próxima sessão prevista para novembro, além de um canal de comunicação dedicado a incidentes relacionados à IA. O consenso também abrange um acordo de redução tarifária recíproca no valor de 30 bilhões de dólares e a prorrogação dos resultados das consultas econômicas existentes. Ambas as nações concordaram em apoiar mutuamente a realização das próximas cúpulas da APEC e do G20, reafirmaram compromissos relativos ao programa nuclear do Irã e às taxas de passagem em vias navegáveis internacionais e observaram progressos em operações conjuntas de combate às drogas, que resultaram em dezenas de prisões relacionadas a substâncias psicoativas. A cooperação militar avançará por meio de um memorando de entendimento sobre comunicação e prevenção de crises, bem como pela continuidade dos esforços para recuperar os restos mortais de militares norte-americanos desaparecidos na China. Os dois lados também reconheceram a aliança estabelecida entre ambos durante a Segunda Guerra Mundial e saudaram a chegada dos pandas-gigantes cedidos por empréstimo ao Zoo Atlanta, como parte de um engajamento diplomático mais amplo.