A Chainlink delineou seu roteiro para 2026, enfatizando seu papel fundamental no desenvolvimento de um sistema financeiro onchain globalmente conectado. Sergey Nazarov, cofundador da Chainlink, destacou o domínio da rede, que alimenta aproximadamente 70% das finanças descentralizadas e mais de 80% na Ethereum. O roteiro foca na tokenização de ativos, legislação de stablecoins e adoção institucional, posicionando a Chainlink como um padrão para contratos inteligentes compatíveis e cross-chain em DeFi e finanças tradicionais. Nazarov detalhou o suporte da Chainlink para ações tokenizadas, fundos e commodities, facilitado pelos avanços regulatórios na legislação de stablecoins e regras de estrutura de mercado. A rede processa mais de US$ 27 trilhões em valor de transações, destacando sua escalabilidade e robustez. O Protocolo de Interoperabilidade Cross-Chain (CCIP) e o Ambiente de Execução Chainlink (CRE) são fundamentais para expandir o uso da blockchain e simplificar implantações multi-chain, atraindo grandes players como Coinbase e Galaxy. Olhando para o futuro, a Chainlink pretende integrar finanças descentralizadas com finanças tradicionais por meio de sistemas seguros e programáveis, aumentando a transparência e reduzindo o risco sistêmico. A comunidade apoiará a tokenização e orquestrará fluxos de capital através de milhares de cadeias, impulsionando a próxima fase da indústria rumo a um sistema financeiro unificado e globalmente conectado.