Bradesco, o terceiro maior banco do Brasil, está prestes a entrar no mercado de custódia de criptomoedas, incluindo suporte para stablecoins. O banco firmou parceria com uma entidade não divulgada para oferecer serviços abrangentes de custódia de ativos digitais. Renata Petrovic, chefe de inovação do Bradesco, destacou os preparativos internos do banco para essa iniciativa, enfatizando a importância do cumprimento regulatório antes de ingressar no espaço cripto. Essa movimentação representa uma mudança significativa em relação à posição do Bradesco em 2022, quando o banco demonstrou ceticismo em relação às criptomoedas. O Bradesco tem realizado pilotos internos, incluindo soluções de know-your-customer (KYC) baseadas em blockchain e o uso de stablecoins no comércio exterior, para aumentar a eficiência operacional. Essa entrada estratégica no mercado cripto está alinhada com a tendência mais ampla de instituições financeiras tradicionais adotando serviços de ativos digitais.