Os dados históricos do Bitcoin revelam que manter a criptomoeda por três anos ou mais frequentemente resulta em retornos positivos, mesmo para aqueles que compraram perto dos picos do ciclo. A análise dos ciclos passados, incluindo 2017, 2019, 2021 e 2022, mostra que, embora períodos de retenção de dois anos possam levar a quedas significativas, estender o horizonte para três anos normalmente transforma perdas em ganhos. Por exemplo, investidores que compraram na baixa do mercado de urso de 2019 viram retornos de 871% após dois anos e 1.028% após três anos. Métricas de avaliação on-chain, como as faixas de preço realizadas, têm sido eficazes na identificação de zonas de acumulação, sugerindo que os níveis atuais podem oferecer valor para investidores pacientes. Pesquisas institucionais apoiam a tese de longo prazo, indicando que incorporar Bitcoin em uma carteira tradicional 60/40 melhora os retornos ajustados ao risco, com uma taxa de sucesso de 93% para períodos de dois anos quando o Bitcoin compõe cerca de 5% da carteira. Esses dados ressaltam a importância da diversificação temporal para suavizar a volatilidade e melhorar os resultados dos investimentos.