O consumo de energia do Bitcoin tornou-se um ponto central de debate, já que o uso anual de energia da rede está projetado para atingir 173 terawatts-hora (TWh) até 2025, comparável a países como a Polônia. No entanto, o uso de energia renovável na mineração de Bitcoin aumentou de 37,6% em 2022 para 54% em 2025. O Fundo Monetário Internacional (FMI) propôs um imposto sobre carbono para os mineradores de criptomoedas, potencialmente gerando US$ 5 bilhões anualmente. A indústria de criptomoedas enfrenta o risco de perder o apoio institucional focado em padrões ESG se não fizer progressos substanciais na sustentabilidade energética.